2009
Meu coração
07/12/09 01:43 Filed in: Poemas
Meu coração, bate sem saber
Que meu peito é uma porta que ninguém vai atender
Meu coração, bate sem saber
Que meu peito é uma porta que ninguém vai atender
Quem sente agora está ausente
Quem chora agora esta por fora
Quem ama agora esta na cama doente
Só corre nunca chega na frente
Se chega é pra dizer vou me embora
Sorriso não me deixa contente
E todas as pessoas que falam pra me consolar
Parece um bocado de boca se abrindo e fechando
Sem ninguém pra dublar
Eu já disse adeus antes mesmo de alguém me chamar
Não sirvo pra quem da conselho
Quebrei o espelho, torci o joelho, não vou mais jogar
Arnaldo Antunes
Que meu peito é uma porta que ninguém vai atender
Meu coração, bate sem saber
Que meu peito é uma porta que ninguém vai atender
Quem sente agora está ausente
Quem chora agora esta por fora
Quem ama agora esta na cama doente
Só corre nunca chega na frente
Se chega é pra dizer vou me embora
Sorriso não me deixa contente
E todas as pessoas que falam pra me consolar
Parece um bocado de boca se abrindo e fechando
Sem ninguém pra dublar
Eu já disse adeus antes mesmo de alguém me chamar
Não sirvo pra quem da conselho
Quebrei o espelho, torci o joelho, não vou mais jogar
Arnaldo AntunesE Quintana insiste em aparecer !!!
23/11/09 22:41 Filed in: Poemas
Eu escrevi um poema triste
E belo, apenas da sua tristeza.
Não vem de ti essa tristeza
Mas das mudanças do Tempo,
Que ora nos traz esperanças
Ora nos dá incerteza...
Nem importa, ao velho Tempo,
Que sejas fiel ou infiel...
Eu fico, junto à correnteza,
Olhando as horas tão breves...
E das cartas que me escreves
Faço barcos de papel!
Mario Quintana - A Cor do Invisível
E belo, apenas da sua tristeza.
Não vem de ti essa tristeza
Mas das mudanças do Tempo,
Que ora nos traz esperanças
Ora nos dá incerteza...
Nem importa, ao velho Tempo,
Que sejas fiel ou infiel...
Eu fico, junto à correnteza,
Olhando as horas tão breves...
E das cartas que me escreves
Faço barcos de papel!
Mario Quintana - A Cor do Invisível
Ancoras
17/11/09 08:55 Filed in: Poemas
Aqui ...
neste
cais
aguardando
a maré
ideal
recolhendo
ancoras
profundas
cortinove
neste
cais
aguardando
a maré
ideal
recolhendo
ancoras
profundas
cortinove
Caminhando
19/10/09 23:05 Filed in: Poemas
Caminhando
a passos
largos...
deixo
os textos
passarem
Caminhando
a passos
largos...
deixo
fluidos
instantes
de sonho
Caminhando
a passos
lentos...
deixo
os poemas
fervendo
ao sol
cortinove
a passos
largos...
deixo
os textos
passarem
Caminhando
a passos
largos...
deixo
fluidos
instantes
de sonho
Caminhando
a passos
lentos...
deixo
os poemas
fervendo
ao sol
cortinove
Fritando momentos
18/10/09 20:55 Filed in: Poemas
O fluido
azeite
que aquece
a palavra
frita
o poema
cauteriza
a alma
cortinove
azeite
que aquece
a palavra
frita
o poema
cauteriza
a alma
cortinove
Arial x Helvetica
17/10/09 01:12 Filed in: Humor
Lin and Larry Pardey
14/10/09 11:14 Filed in: Náutica
Cais 2
05/10/09 17:48 Filed in: Poemas
... Aqui
neste outubro
quase verão
a beira do fogão
esquento as palavras
do fogo suave
um fio de azeite exala um aroma
neste outubro
quase verão
quase frito as
palavras
ao sol
cortinove
neste outubro
quase verão
a beira do fogão
esquento as palavras
do fogo suave
um fio de azeite exala um aroma
neste outubro
quase verão
quase frito as
palavras
ao sol
cortinove
A propaganda mais eficaz do mundo
22/09/09 10:24 Filed in: Humor
Amor Romântico
Qual é a propaganda mais difundida, mais poderosa e mais eficaz do mundo? Coca-Cola? Malboro? IBM? Nada disso. É a do amor romântico. Ela existe há 800anos, mas até o século passado, apesar de arrebatar corações, não podia se misturar a uma relação fixa e duradoura. Casamento por amor, nem pensar! Impossível de se realizar, inatingível e tormentoso, nele a pessoa amada é sempre idealizada.
As histórias de Tristão e Isolda e de Romeu e Julieta ilustram bem como o amor romântico é regido pela impossibilidade. Quanto mais obstáculos a transpor, mais apaixonado ele se torna. Entretanto, em um determinado momento, interesses econômicos introduziram esse tipo de amor no casamento, transformando toda a sua história.
Até a Revolução Industrial, no final do século 18, as pessoas moravam mais no campo, junto a vários outros membros da família, o que fazia com que sentissem afetivamente amparadas. Os casamentos aconteciam por razões econômicas e políticas. Por isso é que duravam a vida toda. Não havendo romance nem expectativa de satisfação sexual, não havia decepções, e ninguém pensava em se separar.
Mas as fábricas e os escritórios que surgiam foram atraindo os homens para trabalhar nos centros urbanos. Nasceu, então, a família nuclear - mãe, pai, filhos - , agora sozinhos na cidade. Para que o casal suportasse viver assim, longe daqueles com quem tinha laços afetivos, inaugurou-se o amor romântico no casamento.
Atualmente existe uma campanha, incorporada por todos os meios de comunicação, que procura nos convencer de que só é possível ser feliz vivendo um romance, que traz a ilusão do amor verdadeiro. Tão grande quanto o desejo de vivê-lo. Por isso, poucos suportam ouvir que, apesar de toda a magia prometida, ele não passa de uma mentira. Sem contar que traz mais tristeza do que alegria, além de muito sofrimento.
Desde que nascemos nos empurram o amor romântico goela abaixo, como se fosse um pacote econômico do governo. Não se discute, cumpre-se. Uma criança de um ano, por exemplo, já toma sua sopinha com a babá, assistindo à novela das sete. Na hora de dormir, a mãe conta a história de Branca de Neve ou Cinderela, e assim por diante.
Todas expectativas e idéias do amor romântico são passados como uma única forma de amor, e aprendemos a sonhar e a buscar um dia viver tal encantamento.
Entretanto, são várias as mentiras que o amor romântico impõe para manter a fantasia do par amoroso idealizado, em que duas pessoas se completam, nada mais lhes faltando. Entre elas estão afirmações absurdas como:
-Só é possível amar uma pessoa de cada vez.
-Quem ama não sente tesão por mais ninguém.
-O amado é a única fonte de interesse do outro.
-Quem ama sente desejo sexual pela mesma pessoa a vida inteira.
-Qualquer atividade só tem graça se a pessoa amada estiver presente.
-Todos devem encontrar um dia a pessoa certa.
Como nenhuma delas corresponde à realidade, em pouco tempo de relação vêm a decepção e a frustração. No amor romântico idealizamos a pessoa amada e projetamos nela tudo que gostaríamos de ser ou como gostaríamos que ela fosse. Não nos relacionamos com a pessoa real, mas com a inventada. É claro que, na intimidade da convivência do dia-a-dia, para manter a idealização a conseqüência natural é o desencanto. É por isso que se faz tanta música de dor de amor. E, para completar, todo mundo adora.
Regina Navarro Lins
5º Encontro Caipira de Vela
16/09/09 00:31 Filed in: Náutica
Cais
09/09/09 11:44 Filed in: Poemas
... Aqui
neste setembro
quase primavera
a beira do caos
longe do cais, espio as amarras
da escotilha
deste apartamento
não vejo o horizonte fluido
somente lugares distantes
neste setembro
quase primavera
quase frio
quase líquido
cortinove

neste setembro
quase primavera
a beira do caos
longe do cais, espio as amarras
da escotilha
deste apartamento
não vejo o horizonte fluido
somente lugares distantes
neste setembro
quase primavera
quase frio
quase líquido
cortinove

tipus brasilis
04/09/09 02:03 Filed in: Amigos
Vai um tipo ai ???

Blog dedicado a produção tipográfica nacional reunida por MDuarte
http://tiposbr.blogspot.com/

Blog dedicado a produção tipográfica nacional reunida por MDuarte
http://tiposbr.blogspot.com/
Navegador Russo Evgeny
02/09/09 14:13 Filed in: Náutica
Uma surpreendente história !!!

Veja mais
http://franciscopaganini.blogspot.com/2009/01/evgeniy-alexandrovich-gvosdev.html

Veja mais
http://franciscopaganini.blogspot.com/2009/01/evgeniy-alexandrovich-gvosdev.html
Sea-Fever
25/08/09 00:35 Filed in: Náutica
I must down to the seas again, to the lonely sea and the sky,
And all I ask is a tall ship and a star to steer her by,
And the wheel's kick and the wind's song and the white sail's shaking,
And a grey mist on the sea's face, and a grey dawn breaking.
I must down to the seas again, for the call of the running tide
Is a wild call and a clear call that may not be denied;
And all I ask is a windy day with the white clouds flying,
And the flung spray and the blown spume, and the sea-gulls crying.
I must down to the seas again, to the vagrant gypsy life,
To the gull's way and the whale's way where the wind's like a whetted knife;
And all I ask is a merry yarn from a laughing fellow-rover
And quiet sleep and a sweet dream when the long trick's over.
John Masefield (1878-1967).
And all I ask is a tall ship and a star to steer her by,
And the wheel's kick and the wind's song and the white sail's shaking,
And a grey mist on the sea's face, and a grey dawn breaking.
I must down to the seas again, for the call of the running tide
Is a wild call and a clear call that may not be denied;
And all I ask is a windy day with the white clouds flying,
And the flung spray and the blown spume, and the sea-gulls crying.
I must down to the seas again, to the vagrant gypsy life,
To the gull's way and the whale's way where the wind's like a whetted knife;
And all I ask is a merry yarn from a laughing fellow-rover
And quiet sleep and a sweet dream when the long trick's over.
John Masefield (1878-1967).
Velas no cais
16/08/09 15:30 Filed in: Náutica
Caravana
Geraldo Azevedo
Corra não pare, não pense demais
Repare essas velas no cais
Que a vida é cigana
É caravana
É pedra de gelo ao sol
Degelou teus olhos tão sós
Num mar de água clara
Geraldo Azevedo
Corra não pare, não pense demais
Repare essas velas no cais
Que a vida é cigana
É caravana
É pedra de gelo ao sol
Degelou teus olhos tão sós
Num mar de água clara
Cheira bem, cheira a Lisboa.
09/08/09 23:36 Filed in: Poemas
Cheira Bem, Cheira a Lisboa
Amália Rodrigues
Lisboa já tem Sol mas cheira a Lua
Quando nasce a madrugada sorrateira
E o primeiro eléctrico da rua
Faz coro com as chinelas da Ribeira
Se chove cheira a terra prometida
Procissões têm o cheiro a rosmaninho
Nas tascas da viela mais escondida
Cheira a iscas com elas e a vinho
Um craveiro numa água furtada
Cheira bem, cheira a Lisboa
Uma rosa a florir na tapada
Cheira bem, cheira a Lisboa
A fragata que se ergue na proa
A varina que teima em passar
Cheiram bem porque são de Lisboa
Lisboa tem cheiro de flores e de mar
Lisboa cheira aos cafés do Rossio
E o fado cheira sempre a solidão
Cheira a castanha assada se está frio
Cheira a fruta madura quando é Verão
Teus lábios têm o cheiro de um sorriso
Manjerico tem o cheiro de cantigas
E os rapazes perdem o juízo
Quando lhes dá o cheiro a raparigas
Amália Rodrigues
Lisboa já tem Sol mas cheira a Lua
Quando nasce a madrugada sorrateira
E o primeiro eléctrico da rua
Faz coro com as chinelas da Ribeira
Se chove cheira a terra prometida
Procissões têm o cheiro a rosmaninho
Nas tascas da viela mais escondida
Cheira a iscas com elas e a vinho
Um craveiro numa água furtada
Cheira bem, cheira a Lisboa
Uma rosa a florir na tapada
Cheira bem, cheira a Lisboa
A fragata que se ergue na proa
A varina que teima em passar
Cheiram bem porque são de Lisboa
Lisboa tem cheiro de flores e de mar
Lisboa cheira aos cafés do Rossio
E o fado cheira sempre a solidão
Cheira a castanha assada se está frio
Cheira a fruta madura quando é Verão
Teus lábios têm o cheiro de um sorriso
Manjerico tem o cheiro de cantigas
E os rapazes perdem o juízo
Quando lhes dá o cheiro a raparigas
Type Leftheria Bold
05/08/09 18:50 Filed in: News
Caio F. Abreu
01/08/09 10:50 Filed in: Poemas
"Depois de várias tempestades e naufrágios, o que fica em mim é cada vez mais essencial e verdadeiro."
Caio Fernando Abreu
Chuva
22/07/09 19:26 Filed in: Poemas
La fora
a chuva
que cai
escorre
entre os
vãos
segue
entre
os fios
avança
sobre o
cais
insistindo
no retorno
ao oceano
cortinove
a chuva
que cai
escorre
entre os
vãos
segue
entre
os fios
avança
sobre o
cais
insistindo
no retorno
ao oceano
cortinove
Inspirações tipográficas
18/07/09 12:05 Filed in: News
Novas Ilustrações
27/06/09 14:31 Filed in: News
Glossário tipografico
26/06/09 00:46 Filed in: News
++Quintana
22/06/09 09:16 Filed in: Poemas
Hoje encontrei dentro de um livro uma velha carta amarelecida,
Rasguei-a sem procurar ao menos saber de quem seria...
Eu tenho um medo
Horrível
A essas marés montantes do passado,
Com suas quilhas afundadas, com
Meus sucessivos cadáveres amarrados aos mastros e gáveas...
Ai de mim,
Ai de ti, ó velho mar profundo,
Eu venho sempre à tona de todos os naufrágios!
Mario Quintanax
Rasguei-a sem procurar ao menos saber de quem seria...
Eu tenho um medo
Horrível
A essas marés montantes do passado,
Com suas quilhas afundadas, com
Meus sucessivos cadáveres amarrados aos mastros e gáveas...
Ai de mim,
Ai de ti, ó velho mar profundo,
Eu venho sempre à tona de todos os naufrágios!
Mario Quintanax
Talvez seja real
19/04/09 21:42 Filed in: Poemas
Composição: Geraldo Azevedo / Fausto Nilo
Parte de mim que faltava
Tanto eu esperava
Te ver
Olhando o tempo
Eu e você
O impossível
Vamos viver
Ilusão
Eu duvido
Talvez seja real
Chegou
Por quanto tempo
Amanheceu
O impossível
Não é pecado
Tire os olhos da parede
Abra a janela do quarto
Como a laranja e a sede
A gente ainda quer se encontrar
Como a laranja e a sede
Abra a janela do quarto
Tire os olhos da parede
E essa parte de mim separada
Talvez seja real
Chegou
Por quanto tempo
Amanheceu
Parte de mim que faltava
Tanto eu esperava
Te ver
Olhando o tempo
Eu e você
O impossível
Vamos viver
Ilusão
Eu duvido
Talvez seja real
Chegou
Por quanto tempo
Amanheceu
O impossível
Não é pecado
Tire os olhos da parede
Abra a janela do quarto
Como a laranja e a sede
A gente ainda quer se encontrar
Como a laranja e a sede
Abra a janela do quarto
Tire os olhos da parede
E essa parte de mim separada
Talvez seja real
Chegou
Por quanto tempo
Amanheceu
Dia Branco
19/04/09 20:15 Filed in: Poemas
Composição: Geraldo Azevedo/ Renato Rocha
Se você vier
Pro que der e vier
Comigo...
Eu lhe prometo o sol
Se hoje o sol sair
Ou a chuva...
Se a chuva cair
Se você vier
Até onde a gente chegar
Numa praça
Na beira do mar
Num pedaço de qualquer lugar...
Nesse dia branco
Se branco ele for
Esse tanto
Esse canto de amor
Oh! oh! oh...
Se você quiser e vier
Pro que der e vier
Comigo
Se você vier
Pro que der e vier
Comigo...
Eu lhe prometo o sol
Se hoje o sol sair
Ou a chuva...
Se a chuva cair
Se você vier
Até onde a gente chegar
Numa praça
Na beira do mar
Num pedaço de qualquer lugar...
E nesse dia branco
Se branco ele for
Esse canto
Esse tão grande amor
Grande amor...
Se você quiser e vier
Pro que der e vier
Comigo
Se você vier
Pro que der e vier
Comigo...
Eu lhe prometo o sol
Se hoje o sol sair
Ou a chuva...
Se a chuva cair
Se você vier
Até onde a gente chegar
Numa praça
Na beira do mar
Num pedaço de qualquer lugar...
Nesse dia branco
Se branco ele for
Esse tanto
Esse canto de amor
Oh! oh! oh...
Se você quiser e vier
Pro que der e vier
Comigo
Se você vier
Pro que der e vier
Comigo...
Eu lhe prometo o sol
Se hoje o sol sair
Ou a chuva...
Se a chuva cair
Se você vier
Até onde a gente chegar
Numa praça
Na beira do mar
Num pedaço de qualquer lugar...
E nesse dia branco
Se branco ele for
Esse canto
Esse tão grande amor
Grande amor...
Se você quiser e vier
Pro que der e vier
Comigo
Coqueiros
19/04/09 19:58 Filed in: Poemas
Composição: Geraldo Azevedo / Marcus Vinícius
Por entre as palmas desse lugar
Por coqueiros de beira mar
Beira os olhos do meu amor
Buscando os meus
Vento a soprar
Quero as águas verdes
E quero enfim
Ser maior do que esse mar
Que avança sobre mim
Sobre a areia quero amar
Mas vou te dizer amor, mulher
Na paisagem do teu corpo
Vou deixar meu sorriso
Entre cirandas e cirandar
A cidade Recife, o sal
Do mar que derramei, chorei
Quando deixei tudo por lá
Entre pedras, ruas, só meu amor
Entre a gente que falava de mim
Que parti
É hoje aqui quis me lembrar
Vendo as praias tão sem cor, enfim
Sem as palmas dos coqueiros meu amor
Eu me lembro
Por entre as palmas desse lugar
Por coqueiros de beira mar
Beira os olhos do meu amor
Buscando os meus
Vento a soprar
Quero as águas verdes
E quero enfim
Ser maior do que esse mar
Que avança sobre mim
Sobre a areia quero amar
Mas vou te dizer amor, mulher
Na paisagem do teu corpo
Vou deixar meu sorriso
Entre cirandas e cirandar
A cidade Recife, o sal
Do mar que derramei, chorei
Quando deixei tudo por lá
Entre pedras, ruas, só meu amor
Entre a gente que falava de mim
Que parti
É hoje aqui quis me lembrar
Vendo as praias tão sem cor, enfim
Sem as palmas dos coqueiros meu amor
Eu me lembro
Uma hora 2
19/04/09 19:53 Filed in: Poemas
Uma hora.
de tua presença
é pouco
Duas horas..
do teu olhar
é rápido
Três horas...
do teu sorriso
um flash
Quatro horas....
do teu silêncio
um sonho
Cinco horas.....
da tua alegria
o tempo voa
Seis horas......
do teu abraço
é pouco de novo
Sete horas.......
Um dia.
Uma semana...
Para ! Para ! Para !
para o tempo ...
Não ! Não ! Não
voa o tempo ...
cortinove
de tua presença
é pouco
Duas horas..
do teu olhar
é rápido
Três horas...
do teu sorriso
um flash
Quatro horas....
do teu silêncio
um sonho
Cinco horas.....
da tua alegria
o tempo voa
Seis horas......
do teu abraço
é pouco de novo
Sete horas.......
Um dia.
Uma semana...
Para ! Para ! Para !
para o tempo ...
Não ! Não ! Não
voa o tempo ...
cortinove
Despertar 1
19/04/09 19:41 Filed in: Poemas
Não
posso dizer
que acordei...
Estar aqui
desperto para o dia
necessariamente
não quer dizer
acordado
Não
posso dizer
que despertei...
Estar aqui
acordado para o dia
necessariamente
não quer dizer
despertado
aqui dentro
ainda sonho
em silêncio
cortinove
posso dizer
que acordei...
Estar aqui
desperto para o dia
necessariamente
não quer dizer
acordado
Não
posso dizer
que despertei...
Estar aqui
acordado para o dia
necessariamente
não quer dizer
despertado
aqui dentro
ainda sonho
em silêncio
cortinove
Vela Aberta !!!
10/04/09 01:04 Filed in: Poemas
Vela aberta
Walter Franco
Lá vai uma vela aberta
Se afastando pelo mar
Branca visão que desperta
Anseios de navegar
Meus olhos seguem a vela
Pela vastidão do mar
Ainda se torna mais bela
Na expressão do teu olhar
Expressão vaga e perdida
Que eu nem sei como explicar
Nela vejo refletida
Toda beleza do mar
Quero os horizontes novos
Que ele vai me ofertar
Sou irmão dos outros povos
Que estão para além do mar
Composição: Cid Franco
Walter Franco
Lá vai uma vela aberta
Se afastando pelo mar
Branca visão que desperta
Anseios de navegar
Meus olhos seguem a vela
Pela vastidão do mar
Ainda se torna mais bela
Na expressão do teu olhar
Expressão vaga e perdida
Que eu nem sei como explicar
Nela vejo refletida
Toda beleza do mar
Quero os horizontes novos
Que ele vai me ofertar
Sou irmão dos outros povos
Que estão para além do mar
Composição: Cid Franco
Espumas e ondas
08/04/09 00:26 Filed in: Poemas
Ondas
quebrando
no cais.
Areias
e espumas
... agora ...
ancoradas
em silêncio ...
Sob o olhar
noturno
da lua.
cortinove
quebrando
no cais.
Areias
e espumas
... agora ...
ancoradas
em silêncio ...
Sob o olhar
noturno
da lua.
cortinove
Tipografia e Nanquim !
30/03/09 15:15 Filed in: News


A moda antiga...
Desenho feito diretamente com o tubo de Tinta Nanquim...
Algumas linhas a mais...
E... mais uma tipografia
download
Aromas e cinema !
27/03/09 17:26 Filed in: Poemas
Desafio Tipográfico
18/03/09 08:36 Filed in: Inspirações
Pinturas 2009
18/03/09 07:19 Filed in: Inspirações
Alguns desenhos
12/03/09 15:47 Filed in: Inspirações
Sonho Acordado
12/03/09 01:14 Filed in: Poemas
Hoje
nem era
manhã
ainda...
Acordei...
Ontem
nem
era
noite
ainda...
Sonhava...
cortinove
nem era
manhã
ainda...
Acordei...
Ontem
nem
era
noite
ainda...
Sonhava...
cortinove





























