2010
BAL
16/12/10 10:39 Filed in: Inspirações
Só sei deste azul
10/12/10 00:55 Filed in: Poemas

Sei deste azul
que me cerca
Sei deste sal
que me tempera
Sei desta espuma
que me abraça
Sei deste horizonte
que me leva
cortinove
Renato Godá
25/11/10 14:11 Filed in: Inspirações
sum indo
21/11/10 23:31 Filed in: Poemas
aos poucos
a poesia
vai sumindo
novamente
aos poucos
o silêncio
vai chegando
novamente
Aos poucos
as linhas
e entrelinhas
se calam
novamente
e o silêncio ecoa
na maré
cortinove
a poesia
vai sumindo
novamente
aos poucos
o silêncio
vai chegando
novamente
Aos poucos
as linhas
e entrelinhas
se calam
novamente
e o silêncio ecoa
na maré
cortinove
Poezine 1
05/11/10 00:53 Filed in: Poemas

Poezine é uma experiência poética independente, experimental e solitária em forma de Fanzine !!!
Sinta o aroma sirva gelado...na Expodesign 9 !!!
Influências Mayas
15/10/10 16:17 Filed in: Inspirações
outros +
15/10/10 14:12 Filed in: Inspirações
+ desenhos
14/10/10 09:18 Filed in: Inspirações
Água
30/09/10 13:41 Filed in: Inspirações
Typodarium 2011 - impresso
24/08/10 12:15
E acabou de chegar o Typodarim 2011 = impresso
Typodarium é um projeto alemão para um calendário com 365 tipos e estamos presente com:
Ink9 no dia 2011-02-19, Leftheria no dia - 2011-12-22 e a Lilith no dia 2011-07-22



Typodarium é um projeto alemão para um calendário com 365 tipos e estamos presente com:
Ink9 no dia 2011-02-19, Leftheria no dia - 2011-12-22 e a Lilith no dia 2011-07-22



TYPOZINE 1
02/08/10 14:00 Filed in: Inspirações
Typozine 1 para download
typozine_1.pdf

TypoZine é uma Co-autoria entre MDuarte e Cort9 numerado manualmente e gentilmente por Lidia Basoli
typozine_1.pdf

TypoZine é uma Co-autoria entre MDuarte e Cort9 numerado manualmente e gentilmente por Lidia Basoli
Bright Star
19/07/10 17:06 Filed in: Inspirações
Seneca
14/07/10 11:00 Filed in: Náutica
“Nenhum vento lhe será favorável se você não souber para qual direção pretende seguir”
Seneca

Seneca

Typozine
09/06/10 09:15 Filed in: Inspirações
E acaba de sair o Typozine uma experiência tipográfica em forma de Fanzine !!!
Contando com a participação do Marquinhos da Arte e da pequena pessoa “Ligia Basoli”
numerando manualmente os 99 exemplares... encontre o seu em algum lugar por ai... !!!


Contando com a participação do Marquinhos da Arte e da pequena pessoa “Ligia Basoli”
numerando manualmente os 99 exemplares... encontre o seu em algum lugar por ai... !!!


Naufrágo
30/05/10 18:09 Filed in: Poemas
E navegar é sempre possível !
08/05/10 20:31 Filed in: Náutica
Romance
29/04/10 10:50 Filed in: Poemas
Romance - Nei Lisboa
Todas as bobagens que eu já disse
Dariam pra encher um caminhão
Mesmo assim encontro no caminho
Milhares tão sozinhos quanto eu
Por isso meu amor
Não leve tão a sério
Nem o que eu digo nem o que eu deixo de esconder
Não vai ter graça o dia
Em que bater a porta
E você não abrir pra responder
Todas as pessoas que eu conheço
Cabem bem juntinhas na palma da mão
Pra você guardei um universo
Quando falta espaço eu faço verso e durmo na canção
Por isso meu amor não pense que é brinquedo
Eu tenho medo e morro de paixão
Não vai ter graça o dia
Em que eu abrir a porta
E a tua mão vazia disser não
Por isso meu amor
Não leve tão a sério
Se eu morro de medo
Invento uma paixão
Não vai ter graça o dia
Em que eu te ver a porta
E não souber se entro
Ou faço uma canção
Todas as bobagens que eu já disse
Dariam pra encher um caminhão
Mesmo assim encontro no caminho
Milhares tão sozinhos quanto eu
Por isso meu amor
Não leve tão a sério
Nem o que eu digo nem o que eu deixo de esconder
Não vai ter graça o dia
Em que bater a porta
E você não abrir pra responder
Todas as pessoas que eu conheço
Cabem bem juntinhas na palma da mão
Pra você guardei um universo
Quando falta espaço eu faço verso e durmo na canção
Por isso meu amor não pense que é brinquedo
Eu tenho medo e morro de paixão
Não vai ter graça o dia
Em que eu abrir a porta
E a tua mão vazia disser não
Por isso meu amor
Não leve tão a sério
Se eu morro de medo
Invento uma paixão
Não vai ter graça o dia
Em que eu te ver a porta
E não souber se entro
Ou faço uma canção
LetterCult = D
13/04/10 08:38 Filed in: Inspirações
E estamos participando do LetterCult com a letra D e agora também com a letra E
Letra E

http://www.lettercult.com/archives/1778
Letra D

http://www.lettercult.com/archives/1712
Letra E

http://www.lettercult.com/archives/1778
Letra D

http://www.lettercult.com/archives/1712
Neruda e o vinho
29/03/10 17:40 Filed in: Poemas
Vino color de dia,
vino color de noche,
vino con pies de púrpura
o sangre de topacio,
vino,
estrellado hijo
de la tierra”
Pablo Neruda

vino color de noche,
vino con pies de púrpura
o sangre de topacio,
vino,
estrellado hijo
de la tierra”
Pablo Neruda

silêncio
25/03/10 01:05 Filed in: Poemas
Guardo os papéis que sobraram
haveria sentido ainda
em cobrir tudo isso
com frases e palavras soltas?
Guardo as palavras que sobraram
haveria sentido ainda
em acumular tantas letras
tantos e tão longos textos, soltos ao vento?
Guardo o silêncio que sobrou
haveria sentido ainda
neste calado e mudo momento
que ecoa no azul infinito e blue ?
cortinove
haveria sentido ainda
em cobrir tudo isso
com frases e palavras soltas?
Guardo as palavras que sobraram
haveria sentido ainda
em acumular tantas letras
tantos e tão longos textos, soltos ao vento?
Guardo o silêncio que sobrou
haveria sentido ainda
neste calado e mudo momento
que ecoa no azul infinito e blue ?
cortinove
+ Ana Cristina
18/03/10 11:21 Filed in: Poemas
na superfície
foram descobertos
hoje
às cinco e meia da tarde
peixes
capazes de cantar
capaz o poeta
diz
o que quer
e o que não quer
e chama os nomes pelas coisas
capazes
de cantar
danos causados por olhinhos suados e marés
os olhinhos do poeta
piscam como anzóis
exaustos
na piscina
Ana Cristina Cesar
(In: Inéditos e Dispersos, coletânea organizada por Armando Freitas Filho)
foram descobertos
hoje
às cinco e meia da tarde
peixes
capazes de cantar
capaz o poeta
diz
o que quer
e o que não quer
e chama os nomes pelas coisas
capazes
de cantar
danos causados por olhinhos suados e marés
os olhinhos do poeta
piscam como anzóis
exaustos
na piscina
Ana Cristina Cesar
(In: Inéditos e Dispersos, coletânea organizada por Armando Freitas Filho)
Ausência
18/03/10 10:50 Filed in: Poemas
Por muito tempo achei que ausência é falta
E lastimava, ignorante, a falta..
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
Ausência é um estar em mim.
E sinto-a tão pegada, aconchegada nos meus braços
Que rio e danço e invento exclamações alegres.
Porque a ausência, esta ausência assimilada,
Ninguém a rouba mais de mim.
(Carlos Drummond de Andrade – Com o pensamento em Ana Cristina)
Typodarium 2011
14/03/10 11:09 Filed in: News
Typodarium é um projeto alemão para um calendário com 365 tipos ou seja, uma tipografia diferente por dia, é com grande alegria que estaremos presentes na edição impressa com as tipografias:
Ink9 no dia 2011-02-19, Leftheria no dia - 2011-12-22 e a Lilith no dia 2011-07-22
Algumas imagens do calendário de 2010





Ink9 no dia 2011-02-19, Leftheria no dia - 2011-12-22 e a Lilith no dia 2011-07-22
Algumas imagens do calendário de 2010





Outono
09/03/10 00:12 Filed in: Poemas

a primavera passou
o verão passou
o carnaval passou
o outono vai chegar
derrubando as folhas ao longo dos dias
cortinove
entrelinhas
10/02/10 12:44 Filed in: Poemas

Como a chuva
que lava e devasta
os estreitos por onde passa
O poema
lava e devasta
as entrelinhas por onde flui
cortinove
Refletindo Pessoa
30/01/10 13:31 Filed in: Poemas
“Há tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas que já têm a forma do nosso corpo e esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos”
Fernando Pessoa
Fernando Pessoa
JulianaR === El hueco
20/01/10 21:10 Filed in: Poemas
Estoy cansada de hacer cosas
Que no est'an de acuerdo co mi vida
Paso todos los dias
Buscando una salida
Del hueco de mi mente
Del laberinto cuando estoy durmiente
Las luces ciegan mis fr'agiles ojos
Llenos de agua
Si no me escuchas,
No me comprender
Si no me comprendes
No me coneces,
Si no me coneces,
No valgo nada
Para ti
Cambiaria todas mis medidas
Para caber en um extrano (tem um tiu no n) molde
Hecho ahora para apagar toda mi
memoria
Si no me escucho,
No me comprendo
Si no me comprendo,
No me conozco
Si no me conozco,
No valgo nada
Para mi

http://www.julianar.com
Que no est'an de acuerdo co mi vida
Paso todos los dias
Buscando una salida
Del hueco de mi mente
Del laberinto cuando estoy durmiente
Las luces ciegan mis fr'agiles ojos
Llenos de agua
Si no me escuchas,
No me comprender
Si no me comprendes
No me coneces,
Si no me coneces,
No valgo nada
Para ti
Cambiaria todas mis medidas
Para caber en um extrano (tem um tiu no n) molde
Hecho ahora para apagar toda mi
memoria
Si no me escucho,
No me comprendo
Si no me comprendo,
No me conozco
Si no me conozco,
No valgo nada
Para mi

http://www.julianar.com
Jefferson Navegando
05/01/10 09:55 Filed in: News


















