Náutica
Seneca
14/07/10 11:00
“Nenhum vento lhe será favorável se você não souber para qual direção pretende seguir”
Seneca

Seneca

E navegar é sempre possível !
08/05/10 20:31
5º Encontro Caipira de Vela
16/09/09 00:31
Navegador Russo Evgeny
02/09/09 14:13
Uma surpreendente história !!!

Veja mais
http://franciscopaganini.blogspot.com/2009/01/evgeniy-alexandrovich-gvosdev.html

Veja mais
http://franciscopaganini.blogspot.com/2009/01/evgeniy-alexandrovich-gvosdev.html
Sea-Fever
25/08/09 00:35
I must down to the seas again, to the lonely sea and the sky,
And all I ask is a tall ship and a star to steer her by,
And the wheel's kick and the wind's song and the white sail's shaking,
And a grey mist on the sea's face, and a grey dawn breaking.
I must down to the seas again, for the call of the running tide
Is a wild call and a clear call that may not be denied;
And all I ask is a windy day with the white clouds flying,
And the flung spray and the blown spume, and the sea-gulls crying.
I must down to the seas again, to the vagrant gypsy life,
To the gull's way and the whale's way where the wind's like a whetted knife;
And all I ask is a merry yarn from a laughing fellow-rover
And quiet sleep and a sweet dream when the long trick's over.
John Masefield (1878-1967).
And all I ask is a tall ship and a star to steer her by,
And the wheel's kick and the wind's song and the white sail's shaking,
And a grey mist on the sea's face, and a grey dawn breaking.
I must down to the seas again, for the call of the running tide
Is a wild call and a clear call that may not be denied;
And all I ask is a windy day with the white clouds flying,
And the flung spray and the blown spume, and the sea-gulls crying.
I must down to the seas again, to the vagrant gypsy life,
To the gull's way and the whale's way where the wind's like a whetted knife;
And all I ask is a merry yarn from a laughing fellow-rover
And quiet sleep and a sweet dream when the long trick's over.
John Masefield (1878-1967).
Velas no cais
16/08/09 15:30
Caravana
Geraldo Azevedo
Corra não pare, não pense demais
Repare essas velas no cais
Que a vida é cigana
É caravana
É pedra de gelo ao sol
Degelou teus olhos tão sós
Num mar de água clara
Geraldo Azevedo
Corra não pare, não pense demais
Repare essas velas no cais
Que a vida é cigana
É caravana
É pedra de gelo ao sol
Degelou teus olhos tão sós
Num mar de água clara
Ancorado Jefferson !!!
31/12/08 18:38
Vendée Globe
08/11/08 20:35
E começa mais uma volta ao mundo em solitário !!!
Sem escalas, sem assistência...cerca de 26.700 milhas (49.500 km) a bordo de um veleiro de 60 pés!!!!....vai encarar...???
“Um homem, um barco, ao redor do mundo, o primeiro a chegar é o vencedor”

http://www.vendeeglobe.org
Sem escalas, sem assistência...cerca de 26.700 milhas (49.500 km) a bordo de um veleiro de 60 pés!!!!....vai encarar...???
“Um homem, um barco, ao redor do mundo, o primeiro a chegar é o vencedor”

http://www.vendeeglobe.org
Life at the extreme
12/10/08 12:40
Rio ??? Onde ???
27/08/08 07:40

Navegação Fluvial !!!!!!!!!!!!
Onde esta o rio ???
Alvaro de Campos
10/08/08 22:08
Trago dentro do meu coração,
Como num cofre que se não pode fechar de cheio,
Todos os lugares onde estive,
Todos os portos a que cheguei,
Todas as paisagens que vi através de janelas ou vigias,
Ou de tombadilhos, sonhando,
E tudo isso, que é tanto, é pouco para o que eu quero...
(Álvaro de Campos )
Como num cofre que se não pode fechar de cheio,
Todos os lugares onde estive,
Todos os portos a que cheguei,
Todas as paisagens que vi através de janelas ou vigias,
Ou de tombadilhos, sonhando,
E tudo isso, que é tanto, é pouco para o que eu quero...
(Álvaro de Campos )
PQ ???
16/06/08 09:08
PQ MORAR NUM BARCO?
(Por Andy e Galdo)
Ambos estávamos muito decepcionados com a vida na cidade grande, qto a criminalidade e qualidade de vida. Não somente por isso, mas romper com a rotina do cotidiano que a sociedade moderna impõe a todos que nela se educam.
Desde pequenos nos é ensinado que o certo é crescer, fazer faculdade, trabalhar de segunda a sexta, casar na igreja, um mês de férias, conta bancaria, filhos na escola etc... Viver desta forma não é loucura, é apenas ter optado por viver de uma forma diferente.
Qualquer um pode ter esta opção sem violentar a sua moral e sem perder a sua segurança.
A sociedade nos coloca uma fobia a que nos parece que se sairmos do modelo básico e fora das suas fronteiras estaremos desprotegidos, o que na nossa opinião é só um paradigma a ser quebrado.
Quem está mais seguro?
Nós ancorados numa ilha tropical, onde a violência praticamente não existe ou outrem atravessando as ruas do centro de uma metrópole com todos os seus perigos inerentes?
A solução para os que optaram por ficar nas grandes cidades acaba sendo somente se trancar nos condomínios, escritórios e carros blindados. Sem perceber, acabam perdendo esta tal segurança que estávamos falando anteriormente e consequentemente a liberdade.
http://andygaldo.blogspot.com/
(Por Andy e Galdo)
Ambos estávamos muito decepcionados com a vida na cidade grande, qto a criminalidade e qualidade de vida. Não somente por isso, mas romper com a rotina do cotidiano que a sociedade moderna impõe a todos que nela se educam.
Desde pequenos nos é ensinado que o certo é crescer, fazer faculdade, trabalhar de segunda a sexta, casar na igreja, um mês de férias, conta bancaria, filhos na escola etc... Viver desta forma não é loucura, é apenas ter optado por viver de uma forma diferente.
Qualquer um pode ter esta opção sem violentar a sua moral e sem perder a sua segurança.
A sociedade nos coloca uma fobia a que nos parece que se sairmos do modelo básico e fora das suas fronteiras estaremos desprotegidos, o que na nossa opinião é só um paradigma a ser quebrado.
Quem está mais seguro?
Nós ancorados numa ilha tropical, onde a violência praticamente não existe ou outrem atravessando as ruas do centro de uma metrópole com todos os seus perigos inerentes?
A solução para os que optaram por ficar nas grandes cidades acaba sendo somente se trancar nos condomínios, escritórios e carros blindados. Sem perceber, acabam perdendo esta tal segurança que estávamos falando anteriormente e consequentemente a liberdade.
http://andygaldo.blogspot.com/
Howard Pyle
13/03/08 10:07
Howard Pyle
Ilustrador Americano (1853 - 1911)
Aqui, alguns clássicos sobre Pirataria !!!





Ilustrador Americano (1853 - 1911)
Aqui, alguns clássicos sobre Pirataria !!!





Cancion Marinera
17/02/08 16:19
Todos somos marineros,
marineros que saben bien navegar.
Todos somos capitanes,
capitanes de la mar.
Todos somos capitanes
y la diferencia está
sólo en el barco en que vamos
sobre las aguas del mar.
Marinero, marinero;
marinero... capitán
que llevas un barco humilde
sobre las aguas del mar...
marinero...
capitán...
no te asuste
naufragar
que el tesoro que buscamos,
capitán,
no está en el seno del puerto
sino en el fondo del mar
Leon Felipe
marineros que saben bien navegar.
Todos somos capitanes,
capitanes de la mar.
Todos somos capitanes
y la diferencia está
sólo en el barco en que vamos
sobre las aguas del mar.
Marinero, marinero;
marinero... capitán
que llevas un barco humilde
sobre las aguas del mar...
marinero...
capitán...
no te asuste
naufragar
que el tesoro que buscamos,
capitán,
no está en el seno del puerto
sino en el fondo del mar
Leon Felipe
Typhoon
06/02/08 17:36
The sea never changes and its works, for all the talk of men,
are wrapped in mystery.
from Typhoon
by Joseph Conrad
from Typhoon
by Joseph Conrad
O Pescador !!!
13/01/08 17:23
Um pescador habilidoso e sortudo, pescava grandes quantidades de peixes.
Um amigo então disse a ele:
- Por que você não compra um freezer ?
- Pra quê? - indagou o pescador.
- Você vai estocando e vendendo os peixes.
- Pra quê ?
- Com a grana que vais ganhar, poderás comprar um caminhão, abrir novos mercados, e ganhar mais dinheiro.
- Mas pra quê ?
- Bom, quando aposentares, poderás fazer aquilo que gostas. O que mais gostas de fazer?
- Pescar.
Autoria anônima
http://www.hobbys.com.br/velejar/velejando1.htm
Um amigo então disse a ele:
- Por que você não compra um freezer ?
- Pra quê? - indagou o pescador.
- Você vai estocando e vendendo os peixes.
- Pra quê ?
- Com a grana que vais ganhar, poderás comprar um caminhão, abrir novos mercados, e ganhar mais dinheiro.
- Mas pra quê ?
- Bom, quando aposentares, poderás fazer aquilo que gostas. O que mais gostas de fazer?
- Pescar.
Autoria anônima
http://www.hobbys.com.br/velejar/velejando1.htm
Horizontes
12/01/08 09:18
"Cheguei a uma fase da minha vida que a gente vê com clareza que ganhar dinheiro não é um objetivo, mas apenas um meio. O melhor da vida, o amor, a amizade, o mar, as coisas belas da natureza são grátis. Larguei tudo e parti"
Aleixo Belov
A Volta ao Mundo em Solitário
Aleixo Belov
A Volta ao Mundo em Solitário
O Rio e o Oceano
09/01/08 20:58
Diz-se que,
mesmo antes de um rio cair no oceano
ele treme de medo.
Olha para trás,
para toda a jornada,
os cumes, as montanhas,
o longo caminho sinuoso
através das florestas,
através dos povoados,
e vê à sua frente
um oceano tão vasto
que entrar nele nada mais é
do que desaparecer para sempre.
Mas não há outra maneira.
O rio não pode voltar.
Ninguém pode voltar.
Voltar é impossível na existência.
Você pode apenas ir em frente.
O rio precisa se arriscar e entrar no oceano.
E somente quando ele entra no oceano
é que o medo desaparece.
Porque, apenas então,
o rio saberá que não se trata
de desaparecer no oceano.
Mas tornar-se oceano.
Por um lado é desaparecimento
e por outro lado é renascimento.
(João Sombra )
Os ingleses chamam os barcos de “ela”
07/01/08 09:42
Os ingleses chamam os barcos de “ela” ....
Porque sempre há muito alvoroço ao redor delas; normalmente existe um bando de homens com elas, elas são cheias de curvas; exigem muita pintura para manter a boa aparência; não é a despesa inicial que quebra você, é a manutenção; elas podem ser todas enfeitadas; elas mostram os lados de cima, escondem o fundo, necessitam de um homem experiente para lidar corretamente com elas; e sem um homem ao leme, elas são absolutamente incontroláveis.
http://www.hobbys.com.br/velejar/velejando.htm
Porque sempre há muito alvoroço ao redor delas; normalmente existe um bando de homens com elas, elas são cheias de curvas; exigem muita pintura para manter a boa aparência; não é a despesa inicial que quebra você, é a manutenção; elas podem ser todas enfeitadas; elas mostram os lados de cima, escondem o fundo, necessitam de um homem experiente para lidar corretamente com elas; e sem um homem ao leme, elas são absolutamente incontroláveis.
http://www.hobbys.com.br/velejar/velejando.htm
Praia
02/01/08 13:44

Uma imagem, pra começar o ano sonhando !!!
Bons Ventos !!!
Mark Twain
23/12/07 17:39
Twenty years from now you will be more disappointed by the things you didn't do than by the ones you did do.
So throw off the bowlines. Sail away from the safe harbor.
Catch the trade winds in your sails.
Explore. Dream. Discover.
Mark Twain
So throw off the bowlines. Sail away from the safe harbor.
Catch the trade winds in your sails.
Explore. Dream. Discover.
Mark Twain
Robert Louis Stevenson
20/12/07 16:44
A VISIT FROM THE SEA
Far from the loud sea beaches
Where he goes fishing and crying,
Here in the inland garden
Why is the sea-gull flying?
Here are no fish to dive for;
Here is the corn and lea;
Here are the green trees rustling.
Hie away home to sea!
Fresh is the river water
And quiet among the rushes;
This is no home for the sea-gull
But for the rooks and thrushes.
Pity the bird that has wandered!
Pity the sailor ashore!
Hurry him home to the ocean,
Let him come here no more!
High on the sea-cliff ledges
The white gulls are trooping and crying,
Here among rooks and roses,
Why is the sea-gull flying?
By Robert Louis Stevenson (1850-94)
Far from the loud sea beaches
Where he goes fishing and crying,
Here in the inland garden
Why is the sea-gull flying?
Here are no fish to dive for;
Here is the corn and lea;
Here are the green trees rustling.
Hie away home to sea!
Fresh is the river water
And quiet among the rushes;
This is no home for the sea-gull
But for the rooks and thrushes.
Pity the bird that has wandered!
Pity the sailor ashore!
Hurry him home to the ocean,
Let him come here no more!
High on the sea-cliff ledges
The white gulls are trooping and crying,
Here among rooks and roses,
Why is the sea-gull flying?
By Robert Louis Stevenson (1850-94)
Navegar é...
13/12/07 10:56
“...Perder o Leme, mas nunca perder o Rumo...”
“...Tirar do Vento sua energia, e no Mar, seguir seu destino...”
“...Convidar as Ondas para dançar e ser gentil com elas...”
“...Lavar a Alma e mergulhar dentro de Você...”
“...Tirar do Vento sua energia, e no Mar, seguir seu destino...”
“...Convidar as Ondas para dançar e ser gentil com elas...”
“...Lavar a Alma e mergulhar dentro de Você...”
Viajar não é ir, é estar
09/11/07 15:59
"...Mais e mais fui aprendendo que viajar não é ir de um lugar para outro, porém estar em lugares..."
Helio Setti Jr.
Helio Setti Jr.
Barco à vela !!!
09/11/07 10:30
Barco à Vela
Aqui na terra, a vida e aglomeração; lá fora, sobre as águas, está a liberdade. Aqui, o mundo nos acompanha demasiadamente, lá fora estamos sozinhos. Uma milha longe e nos encontramos num mundo exclusivo para nós, e que mundo ! Um mundo de águas, vento e céus. Um mundo de inesgotável e poética beleza.
Um mundo lunático e caprichoso talvez, porém sempre nobre e cavalheiro; às vezes terrível, às vezes bondoso, triste a alguns, alegre a outros.
Algumas vezes deprimente, ameaçador, louco e perigoso, porém sempre dando novamente a face, jogando a partida com as cartas a descoberto. Este mundo das águas não se pode encontrar à bordo de uma embarcação a motor. O motor leva consigo parte da costa e da trepidante terra. Um barco a motor ronca como o estridente barulho de uma cidade, vibrando ao compasso de uma era mecanizada; e o que é pior, se perde a emoção do jogo como quando se usa dados falsos. Não. O mundo das águas não se pode descobrir com um motor, mas sim com uma vela, pois aquele mundo de águas e céu, ventos e ondas não está somente ao nosso redor, senão que forma parte de nós mesmos. Se te combate também te estimula, és tu o motor, tanto como tua própria resistência, à salvaguarda ao mesmo tempo de teu inimigo.
Das coisas construídas pelo homem nem uma é tão atrativa como um barco á vela, É algo vivo com alma e sentimentos próprios, obediente como um cavalo de sela, leal como um cão. Cada barco à vela tem um caráter individual, nenhum construtor conseguiu fazer duas embarcações exatamente iguais, as medidas podem ser as mesmas, a diferença está no temperamento. Os veleiros são ajuizados, demonstram uma profunda sagacidade tirada do vento e das ondas e transferem esta sagacidade a um timoneiro atento e cuidadoso.
Sim, são ajuizados, porém se és mesquinho ou vil, covarde ou descuidado, soberbo ou cruel, podes estar seguro que tua embarcação o descobrirá. Quando em apuros na tempestade ou na adversidade, nenhum barco deixará de fazer o máximo esforço quanto lhe peça seu patrão. Talvez seja um esforço de pobres resultados, por ser um barco velho, podre e fazendo água como uma cachoeira. Porém sempre, até que suas desvantagens sejam demasiadas, entrará galhardamente na batalha. Ganhará se possível, senão morrerá lutando.
Manejar esta gloriosa criação humana, ser seu dono e seu amigo, internar-se com ela no lindo e caprichoso reino do mar é a mais nobre e compensadora das artes. Porque dá mais do que se pode adquirir com dinheiro: humildade e confiança em si mesmo, valentia e bondade, força e delicadeza . Este é o presente ao navegante. O canhonaço que anuncia sua vitória quando cruza em primeiro lugar a linha de chegada de uma empenhada regata, soa como música divina. O doce calor de seu interior, a uma milha dentro do mar frio e cinzento é o mais confortável dos lugares.
Mar afora, quando estamos em nosso ambiente, sozinhos com nosso barco e com as estrelas, as preocupações da vida e da costa se reduzem rapidamente às proporções verdadeiras. O desporte do navegante nunca termina, tanto desfrutam os velhos como os jovens tanto é agradável no inverno como no verão, pois o frio ou o calor não opõe barreira alguma aos seus planos. Nunca se acaba de aprender, aos que viverem mil anos não poderiam conhecê-lo todo. A arte da navegação à vela é tão antiga como a humanidade e tão nova como os caminhos da Lua.
H. A. Calahann - 1930
Aqui na terra, a vida e aglomeração; lá fora, sobre as águas, está a liberdade. Aqui, o mundo nos acompanha demasiadamente, lá fora estamos sozinhos. Uma milha longe e nos encontramos num mundo exclusivo para nós, e que mundo ! Um mundo de águas, vento e céus. Um mundo de inesgotável e poética beleza.
Um mundo lunático e caprichoso talvez, porém sempre nobre e cavalheiro; às vezes terrível, às vezes bondoso, triste a alguns, alegre a outros.
Algumas vezes deprimente, ameaçador, louco e perigoso, porém sempre dando novamente a face, jogando a partida com as cartas a descoberto. Este mundo das águas não se pode encontrar à bordo de uma embarcação a motor. O motor leva consigo parte da costa e da trepidante terra. Um barco a motor ronca como o estridente barulho de uma cidade, vibrando ao compasso de uma era mecanizada; e o que é pior, se perde a emoção do jogo como quando se usa dados falsos. Não. O mundo das águas não se pode descobrir com um motor, mas sim com uma vela, pois aquele mundo de águas e céu, ventos e ondas não está somente ao nosso redor, senão que forma parte de nós mesmos. Se te combate também te estimula, és tu o motor, tanto como tua própria resistência, à salvaguarda ao mesmo tempo de teu inimigo.
Das coisas construídas pelo homem nem uma é tão atrativa como um barco á vela, É algo vivo com alma e sentimentos próprios, obediente como um cavalo de sela, leal como um cão. Cada barco à vela tem um caráter individual, nenhum construtor conseguiu fazer duas embarcações exatamente iguais, as medidas podem ser as mesmas, a diferença está no temperamento. Os veleiros são ajuizados, demonstram uma profunda sagacidade tirada do vento e das ondas e transferem esta sagacidade a um timoneiro atento e cuidadoso.
Sim, são ajuizados, porém se és mesquinho ou vil, covarde ou descuidado, soberbo ou cruel, podes estar seguro que tua embarcação o descobrirá. Quando em apuros na tempestade ou na adversidade, nenhum barco deixará de fazer o máximo esforço quanto lhe peça seu patrão. Talvez seja um esforço de pobres resultados, por ser um barco velho, podre e fazendo água como uma cachoeira. Porém sempre, até que suas desvantagens sejam demasiadas, entrará galhardamente na batalha. Ganhará se possível, senão morrerá lutando.
Manejar esta gloriosa criação humana, ser seu dono e seu amigo, internar-se com ela no lindo e caprichoso reino do mar é a mais nobre e compensadora das artes. Porque dá mais do que se pode adquirir com dinheiro: humildade e confiança em si mesmo, valentia e bondade, força e delicadeza . Este é o presente ao navegante. O canhonaço que anuncia sua vitória quando cruza em primeiro lugar a linha de chegada de uma empenhada regata, soa como música divina. O doce calor de seu interior, a uma milha dentro do mar frio e cinzento é o mais confortável dos lugares.
Mar afora, quando estamos em nosso ambiente, sozinhos com nosso barco e com as estrelas, as preocupações da vida e da costa se reduzem rapidamente às proporções verdadeiras. O desporte do navegante nunca termina, tanto desfrutam os velhos como os jovens tanto é agradável no inverno como no verão, pois o frio ou o calor não opõe barreira alguma aos seus planos. Nunca se acaba de aprender, aos que viverem mil anos não poderiam conhecê-lo todo. A arte da navegação à vela é tão antiga como a humanidade e tão nova como os caminhos da Lua.
H. A. Calahann - 1930
REFENO
05/10/07 09:59
O Veleiro Pico Alto
Na largada da Regata Recife Noronha REFENO 2007
A bordo meu grande amigo Jorge...saudades da água salgada Jorge !!!

Foto:
Márcia Homem de Mello
http://www.homemdemello.com.br/veleirogaifar
Na largada da Regata Recife Noronha REFENO 2007
A bordo meu grande amigo Jorge...saudades da água salgada Jorge !!!

Foto:
Márcia Homem de Mello
http://www.homemdemello.com.br/veleirogaifar
Refranes Marineros
27/09/07 12:56
"Si el mar fuera vino, todo el mundo sería marino."
"Las mujeres y el viento, cambian a cada momento."

E a primavera começou de verdade no hemisfério sul !!!
"Las mujeres y el viento, cambian a cada momento."

E a primavera começou de verdade no hemisfério sul !!!
Navegando em casa !!!
25/09/07 10:48
Memórias do mar
17/09/07 12:46
"Um barco não significa, contrariamente do que muitos imaginam, liberdade. Navegar é aceitar os apertos que nós mesmos escolhemos. Mas é um privilégio. A maior parte dos homens submete-se às obrigações que a vida lhes impõem."
Eric Tabarly - Memórias do Mar
Eric Tabarly - Memórias do Mar
Navegar ???
07/09/07 14:20
Sim...sempre é possível !!! 
http://www.microcruising.com/famoussmallboats.htm
http://www.microcruising.com/famoussmallboats.htm
O marinheiro Benedito
14/08/07 18:50
O barco balança
O horizonte balança
Benedito balança
Vinte e um dias por mês
E quando põe o pé no porto
Ataca a saudade do mar
E então
Benedito fundeia em um bar
E bebe até o mundo
Voltar a balançar.
(Félix Cabral)
O horizonte balança
Benedito balança
Vinte e um dias por mês
E quando põe o pé no porto
Ataca a saudade do mar
E então
Benedito fundeia em um bar
E bebe até o mundo
Voltar a balançar.
(Félix Cabral)








